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Quando as células do corpo são expostas a temperaturas acima do normal, ocorrem mudanças em seu interior. Estas mudanças sensibilizam as células a serem mais afetadas pela quimioterapia e pela radioterapia. As altas temperaturas podem, incontestavelmente, matar as células cancerosas.

Quando se utilizam aplicações de raios infravermelhos longos em forma de hipertermia, observa-se uma melhoria na desintoxicação do corpo e a eliminação de dióxido de carbono. Essa terapia estimula o sistema linfático, que determina a quantidade de suor do corpo, ou seja, a proporção em que as toxinas são expulsas do organismo.

A história de se utilizar a elevação da temperatura do corpo com propósitos terapêuticos foi introduzida há 2400 anos por Hipócrates, considerado “o pai da medicina”.

A hipertermia com raios infravermelhos longos ajuda a fortalecer o sistema imunológico auxiliando no processo de eliminação de resíduos que podem interferir no combate a doenças.

Ao penetrarem nos tecidos mais profundos do corpo, os raios infravermelhos estimulam a cicatrização e a regeneração de nervos e camadas de tecidos musculares e ajudam a aliviar dores no ombro, na coluna e a fadiga em todos os músculos do corpo.

O efeito térmico profundo auxilia na dilatação dos vasos e capilares sanguíneos, promovendo melhor circulação do sangue e uma melhoria geral do metabolismo e a atividade enzimática.

Esses raios longos são as ondas mais benéficas do espectro solar para manter a nossa vida com saúde e equilíbrio.

Saiba mais na aula de hipertermia com a Naturopata Aléxia Cambraia.

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